Eslovênia, o país com a menor desigualdade salarial entre homens e mulheres.

Uma mulher tem de trabalhar mais 59 dias para conseguir ganhar o mesmo que um homem, de acordo com as conclusões da Comissão Europeia.

Apesar da diferença registrada por causa do gênero, Bruxelas verificou que houve uma diminuição desta diferença, face aos resultados dos anos anteriores – a diferença antes era de 17 por cento. No entanto, a mudança resulta do impacto da crise nos setores dominados por homens, e não do facto de as mulheres terem visto os seus salários aumentados.

“A diferença ainda é muito ampla e grande parte da evolução se explica mais pela redução dos salários dos homens que pelo aumento do das mulheres”, disse a vice-presidente da CE e comissária europeia da Justiça, Viviane Reding.

Os extremos desta tendência são a Eslovênia (onde a diferença é de 0,9 por cento) e a Estônia (onde a diferença chega a ser de 27,7 por cento).

Fonte: Abola.pt