Diferenças culturais: Na Eslovênia não é comum furar a orelhas de bebês

Quando Vivian Lake tinha 7 meses de idade, a modelo Gisele Bündchen publicou uma foto de sua  filha com um brinquinho na orelha. A foto abriu um debate em sites e programas de TV nos EUA,  porque entre os americanos não é tão comum furar a orelha de bebês. O mesmo acontece na Eslovênia. Muitas crianças pequenas não usam brincos, as mães eslovenas costumam usar as cores das roupas para facilitar a identificação do sexo do criança.

Uma brasileira amiga diz que sofreu preconceito quando uma mãe eslovena falou que a filha dela não deveria brincar com a filha da brasileira, “ela é cigana, está usando brinco.” O brinco era pequeno e delicado e a criança tinha 2 anos.

Ao questionar amigas eslovenas sobre a questão do furo, as razões contrárias ao uso alegadas foram: “A criança é que deve decidir o que fará com seu corpo”. “O bebê poderá ter infecção, dor ou alguma reação alérgica e não poderá explicar o que está acontecendo”.

Esta diferença cultural fez refletir e mudei minha maneira de pensar. Minha filha tem dois anos e ainda não furei a orelha dela. Concluí que tenho direito de interferir em seu corpo apenas quando o assunto é saúde. Ela, mais velha decidirá sozinha se quer ou não quer usar brincos.

Leia mais:
Onde furar a orelha na Eslovênia?

 

Fonte: Gisele Bündchen e a ‘polêmica’ de se colocar brinco em bebês

Uma resposta para “Diferenças culturais: Na Eslovênia não é comum furar a orelhas de bebês

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